A importância das supervisoras no mercado de planos de saúde
Você já parou para pensar na importância das supervisoras no mercado de planos de saúde? Elas são fundamentais para o sucesso das equipes e merecem nosso reconhecimento.
E aí, pessoal! Já pararam para pensar em quem realmente faz a roda girar no mercado de planos de saúde? A gente sempre aplaude, e com razão, quem está na linha de frente, o corretor e a corretora que encaram o cliente, as objeções, as comparações de preço… É uma batalha diária, eu sei bem como é! Mas tem uma figura que, muitas vezes, fica nos bastidores, sustentando tudo isso com uma força incrível: as supervisoras e gestoras.
Elas são o coração da operação comercial, sabe? Enquanto o time de vendas está lá, na tempestade, a supervisora é quem segura o leme do barco. É ela que transforma a pressão em um plano de ação claro, a ansiedade em foco e a dispersão em resultados. Pensa comigo: quem organiza o funil de vendas, ajusta o discurso, ensina a melhor abordagem, corrige a rota quando algo sai do trilho? Quem lida com os conflitos da equipe, administra os egos, levanta o ânimo quando a coisa aperta? É a supervisora!
Essa mulher precisa ser firme com o time, mas convincente com a diretoria. Precisa defender os padrões de qualidade e, ao mesmo tempo, proteger as pessoas. Manter o ritmo sem desumanizar o processo… É uma verdadeira engenharia diária, que exige não só foco em números, mas uma gestão humana e atenta. É um trabalho que exige uma consistência e uma disciplina que poucos veem, mas sem as quais, o resultado simplesmente não acontece.
E se essa gestora é mulher, a história ganha um capítulo a mais, né? A pressão que elas enfrentam é, muitas vezes, dobrada por uma expectativa que o mercado, às vezes, prefere ignorar. São mulheres que lideram equipes sob uma pressão gigantesca e, quando saem do escritório, continuam liderando a vida: são mães, esposas, donas de casa, cuidadoras… A lista é longa e a energia, finita.
Elas são cobradas para serem fortes, mas sem parecerem duras demais; empáticas, mas sem perder o foco na meta; rápidas, mas sem cometer erros; firmes, mas sem incomodar. É um malabarismo constante! E mesmo assim, elas seguem em frente. Seguem porque a responsabilidade é quase uma extensão da identidade delas. Seguem porque sabem que o astral da equipe, em muitos momentos, depende do clima que elas conseguem criar.
Pensa bem: no comercial, a equipe muitas vezes “pega emprestado” a energia da liderança. Se a supervisora desanima, o time desanima junto. Por isso, elas precisam sorrir quando o mês está apertado, injetar entusiasmo na sala mesmo quando a exaustão bate forte por dentro, e deixar os problemas pessoais do lado de fora para serem um pilar emocional para o time. Essa entrega, gente, é algo raro e precioso. Não é só uma obrigação do cargo; é um valor estratégico que deveria ser reconhecido e celebrado.
É hora de a gente encarar uma verdade sem rodeios: as supervisoras não estão ali só para cumprir um cargo; elas exercem uma função estrutural, um verdadeiro pilar para o negócio. Onde tem uma boa supervisão, tem método, tem cultura de equipe, tem melhoria contínua e um time que cresce sem se desgastar. Onde falta essa liderança, a operação vira uma bagunça, a meta se torna um fardo e a venda, um ciclo exaustivo que acaba com talentos e destrói equipes promissoras.
Então, reconhecer o trabalho das supervisoras não é um favor, nem um “agrado” ao operacional. É pura justiça com quem sustenta a consistência. É um sinal de maturidade do mercado. É entender que o resultado final não brota apenas do talento individual de cada corretor, mas do ambiente que é construído, dia após dia, para que esse talento floresça e não se perca no caos.
Por isso, este espaço aqui, o Blog do Corretor, faz questão de registrar essa homenagem. E mais do que isso, é um chamado: o mercado precisa olhar para suas supervisoras e gestoras com a grandeza que elas realmente representam. Não é sobre um post bonito ou um aplauso simbólico de vez em quando; é sobre um reconhecimento constante, que seja parte da cultura da empresa, prático e visível. Que essas mulheres sejam lembradas não só quando o mês fecha com chave de ouro, mas principalmente porque são elas que fazem o mês fechar!
Que o setor compreenda, de uma vez por todas: sem supervisora, não existe consistência; e sem consistência, não existe crescimento. A todas as supervisoras e gestoras do mercado de planos de saúde, nosso respeito profundo, nossa gratidão sincera e a afirmação pública: vocês não são coadjuvantes da venda, vocês são a espinha dorsal que sustenta todo o resultado!
Fonte: Blog do Corretor
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