A Revolução dos Seguros Digitais e sua Importância Social
Os seguros digitais estão ganhando destaque no Brasil, oferecendo acesso à proteção financeira para quem mais precisa. Vamos explorar como essa transformação está acontecendo!
O setor de seguros no Brasil está passando por uma transformação significativa, impulsionada pela agenda ESG (Ambiental, Social e Governança). Essa mudança vai muito além da simples gestão de riscos, focando agora em um papel social mais amplo, especialmente na inclusão financeira de uma grande parcela da população.
No Brasil, a necessidade de proteção financeira é imensa, mas muitas vezes inacessível. Dados da Tendências Consultoria revelam que quase metade da população — 49,9% — está nas classes D e E. Somando a isso a classe C, que representa 31%, chegamos a um cenário onde mais de 80% dos brasileiros se encontram em faixas de renda mais baixas. Para esses grupos, o acesso a seguros, facilitado por opções digitais e inclusivas, não é apenas uma inovação de mercado, mas um passo crucial para a cidadania e a segurança financeira.
Marcelo Biasoli, CEO da 123Seguro no Brasil, uma insurtech reconhecida pela inovação digital, destaca a importância social desse movimento. “Quando falamos de ESG, não estamos tratando de um jargão corporativo, mas de impacto real na vida das pessoas. O seguro tem um papel social que vai muito além da apólice: é uma ferramenta de inclusão, que oferece segurança financeira a quem mais precisa. Com a digitalização, conseguimos levar esse benefício às classes que antes estavam fora do radar do setor”, explica Biasoli.
Os seguros digitais, portanto, se tornam um veículo poderoso para democratizar o acesso à proteção, garantindo que mais pessoas possam se resguardar de imprevistos e planejar um futuro mais seguro.
A tecnologia é a grande catalisadora dessa revolução. Canais digitais e marketplaces surgem como pontes essenciais para ampliar o alcance dos seguros. Em um país onde grande parte da população, especialmente nas classes C e D, já está habilitada ao consumo digital, plataformas online oferecem caminhos mais simples e acessíveis para contratar proteção. A chamada “economia de plataformas” aumenta a capilaridade, permitindo que seguros sejam integrados a jornadas de consumo digitais, tornando a contratação mais fluida e contextual.
Além da inclusão, a agenda ESG também impulsiona o setor a apoiar práticas sustentáveis. Isso inclui apólices que incentivam a redução de desperdícios, a logística reversa e até a proteção de ativos ambientais. A regulamentação também está se adaptando: a Circular 666/2022 da Susep, por exemplo, exige que as seguradoras publiquem políticas de sustentabilidade. A autarquia estima que entre R$ 7 e R$ 9 bilhões terão de ser direcionados a créditos de carbono por meio das provisões técnicas, mostrando o compromisso do setor com a transição energética e a sustentabilidade.
Biasoli complementa que o seguro, por sua natureza, é um mecanismo de gestão de risco. Ao integrar essa lógica ao ESG, o setor pode financiar a transição energética, incentivar práticas sustentáveis e fortalecer a governança das empresas, beneficiando tanto os segurados quanto a sociedade como um todo.
A 123Seguro, por exemplo, atua conectando segurados a seguros por meio de aplicativos, sites e marketplaces, oferecendo soluções personalizadas e contextualizadas. Essa abordagem digital não é apenas estratégica, mas necessária para garantir que a proteção chegue a quem mais precisa, com autonomia e segurança.
Fonte: Revista Cobertura
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