Tendências do Open Insurance: O Futuro do Setor de Seguros até 2026
O Open Insurance está revolucionando o setor de seguros no Brasil. Com inovações tecnológicas e novas regulamentações, as seguradoras estão se adaptando para oferecer experiências mais personalizadas e eficientes. Vamos explorar as principais tendências que moldarão esse cenário até 2026!
A grande aposta tecnológica para o ecossistema do Open Insurance em 2026 é a união da Inteligência Artificial (IA) com o Analytics. Com o avanço das plataformas de dados abertos e interoperáveis, as seguradoras estão percebendo o valor de soluções que combinam automação, aprendizado de máquina e análise preditiva. Isso tudo serve para melhorar a experiência do cliente e a eficiência das operações.
A IA Generativa, que está cada vez mais presente, abre portas para ferramentas mais avançadas. Pense em chatbots que conversam de forma natural, sistemas que sugerem coberturas de seguro personalizadas e jornadas digitais que já vêm com IA. Mas, atenção: o sucesso dessas inovações depende totalmente da qualidade e da padronização dos dados.
Como explica Tiago Messa, Product Manager da Sensedia, “A IA generativa só é poderosa se a base de dados for padronizada, confiável e interoperável. Dados incompletos ou inconsistentes podem gerar respostas enviesadas e amplificar ruídos operacionais, comprometendo a confiabilidade das análises.” Ele ainda complementa que, em 2026, “o diferencial competitivo não será simplesmente utilizar IA, mas sim ter dados que a IA possa usar com segurança, contexto e integridade.” Ou seja, ter dados de qualidade é o verdadeiro ouro.
Um dos maiores desafios regulatórios que o setor de seguros enfrentará é a chegada da nova versão do Sistema de Registro de Operações (SRO v3), com previsão de entrada em vigor em 2026. Essa atualização vai impactar um número significativo de empresas — 343 companhias habilitadas pela Susep, um universo bem maior do que o próprio Open Insurance.
As seguradoras, especialmente aquelas que já atuam no ecossistema aberto, terão que ajustar seus sistemas, validar layouts e garantir que tudo esteja homologado para enviar as informações à Susep dentro dos prazos. Nesse cenário, a integração por meio de APIs e a adoção de uma arquitetura API-first se tornam essenciais para garantir tanto a eficiência quanto a conformidade.
Tiago Messa ressalta a importância das APIs, dizendo que elas são “o elo entre operação eficiente e compliance automatizado”. Ele explica que as APIs conectam os sistemas internos das seguradoras aos ambientes regulatórios e parceiros de mercado de forma padronizada, escalável e auditável. Usar plataformas de API Management e soluções iPaaS (Integration Platform as a Service) ajuda a cortar custos de desenvolvimento e manutenção, centralizar a segurança e melhorar a gestão dos dados.
No cenário de transformação do Open Insurance, a Sensedia se destaca como uma parceira estratégica. A empresa tem ajudado as maiores seguradoras do Brasil a se adaptarem às exigências do SRO e a usarem seus dados para criar uma vantagem competitiva.
Tiago Messa destaca o diferencial da Sensedia: “Nosso diferencial está no profundo conhecimento regulatório aliado à especialização técnica dos times de engenharia.” A Sensedia funciona como uma ponte tecnológica, conectando os sistemas antigos das seguradoras às registradoras, como a B3, usando sua plataforma iPaaS.
Essa solução é inteligente: ela pega dados de diferentes formatos e os transforma em um padrão único, enviando-os de forma contínua e segura para o SRO. Isso não só agiliza o processo de homologação, mas também garante que os prazos regulatórios sejam cumpridos.
Para 2026, a Sensedia quer consolidar o Open Insurance no Brasil e aumentar sua participação no ecossistema, incentivando a inovação junto com seus clientes e parceiros. Tiago Messa conclui com uma visão clara: “Nosso objetivo é transformar o compliance em um motor de inovação e ROI, usando a integração como base para novos produtos e experiências digitais.”
Vale lembrar que o Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros (PDMS), elaborado pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), tem uma meta ambiciosa: fazer com que o setor de seguros represente 10% do PIB brasileiro até 2030. Para sustentar esse crescimento e acompanhar as exigências regulatórias do Open Insurance, as seguradoras investiram R$19,6 bilhões em inovação no último ano, segundo a CNseg.
Fonte: Revista Cobertura
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