A confiança dos brasileiros nas informações de saúde na internet

Informações de saúde: 60% dos brasileiros buscam dados online, mas poucos confiam totalmente nas informações encontradas.

Você sabia que informações de saúde são buscadas por 60% dos brasileiros na internet? Vamos explorar como essa realidade impacta a confiança nas informações encontradas!
Você sabia que informações de saúde são buscadas por 60% dos brasileiros na internet? Vamos explorar como essa realidade impacta a confiança nas informações encontradas!

A Busca por Saúde na Era Digital: Onde os Brasileiros se Informam e o Quanto Confiam

O Google como Ponto de Partida para a Saúde Online

É inegável que a internet se tornou uma ferramenta essencial para muitos aspectos da nossa vida, e a saúde não é exceção. Uma pesquisa recente, realizada pela Vox Populi em parceria com o IESS em 2025, revelou que 60% dos brasileiros procuram informações sobre saúde online. E quando o assunto é buscar dados sobre sintomas, doenças ou tratamentos, o gigante das buscas domina: nove em cada dez pessoas que pesquisam na web começam pelo Google.

O estudo também aponta uma tendência crescente: 19% dos entrevistados já utilizam inteligência artificial para entender melhor as informações de saúde. José Cechin, superintendente executivo do IESS, comenta que esses resultados refletem um “cotidiano digital” onde o acesso a celulares é maior que o número de cidadãos. “O brasileiro pesquisa sintomas, compara tratamentos e busca prevenção pela internet. É um comportamento de autonomia, mas com cautela”, explica Cechin, destacando a responsabilidade de quem cria conteúdo digital e a importância de sempre consultar um profissional de saúde.

Entre a Busca e a Cautela: A Desconfiança nas Fontes Digitais

Apesar da intensa busca por informações de saúde na internet, a pesquisa Vox Populi / IESS 2025 revela uma contradição importante: a maioria dos entrevistados não confia totalmente no que encontra. Esse cenário de cautela é um alerta para a qualidade e veracidade do conteúdo disponível online.

Um ponto que merece atenção especial é o uso das redes sociais como fonte de informação sobre saúde, citado por 9% dos participantes. José Cechin ressalta a relevância desse dado, afirmando que ele “reforça como esse meio já se insere nesse contexto de debate sobre a supervisão das redes”, em um momento global de discussões sobre monitoramento e responsabilidade do que é publicado nessas plataformas.

Quando questionados sobre os meios digitais em que mais confiam para se informar, os brasileiros apontam: 24% indicam sites especializados e portais de notícias, enquanto 20% confiam nas redes sociais e o mesmo percentual (20%) na inteligência artificial. Contudo, apenas uma pequena parcela declara confiar plenamente nas informações. A grande maioria prefere “acreditar parcialmente” no que lê ou assiste, um claro sinal de que o comportamento digital, embora autônomo, vem acompanhado de uma boa dose de desconfiança e discernimento.

Para chegar a essas conclusões, o levantamento ouviu 3.200 pessoas com 18 anos ou mais, incluindo tanto beneficiários quanto não beneficiários de planos de saúde e odontológicos. As entrevistas foram realizadas presencialmente, entre 31 de julho e 17 de agosto de 2025, em oito grandes regiões metropolitanas do Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre, Manaus e Brasília. A pesquisa possui um nível de confiança de 95%.

Fonte: Blog do Corretor

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