Porto Seguro lidera debates sobre sustentabilidade na COP30
A sustentabilidade foi o tema central dos debates promovidos pela Porto Seguro na COP30, destacando a importância da adaptação climática. Vamos explorar os principais pontos discutidos!
E aí, galera que se preocupa com o futuro! A Porto Seguro, sempre à frente, marcou presença na Casa do Seguro durante a COP30, promovendo uma série de debates super importantes. O foco? Colocar o setor de seguros no centro da conversa sobre como a gente se adapta às mudanças climáticas. Foram dois painéis que trouxeram especialistas de peso, tanto do Brasil quanto de fora, e que geraram discussões bem concretas sobre como medir emissões, criar estratégias para diminuir o impacto e, claro, qual o papel do mercado financeiro nessa batalha.
O primeiro painel mergulhou fundo na questão de como contabilizar e reduzir as emissões de gases de efeito estufa no setor de seguros. A Porto compartilhou sua jornada pioneira, em parceria com a WayCarbon, para criar o primeiro levantamento de emissões do segmento no Brasil, usando a metodologia PCAF. A Claudia Trindade, diretora de Sustentabilidade da CNSeg, mediou a conversa, que contou com representantes da Porto, CNSeg, UNEP-FI e WayCarbon. Eles detalharam os desafios técnicos de medir essas emissões, a importância de ter dados padronizados e como todo esse trabalho está guiando o plano de descarbonização da companhia.
A Patrícia Coimbra, diretora de Gente e Cultura da Porto, fez questão de ressaltar que a estratégia de sustentabilidade da empresa não é coisa de uma área só, mas sim um esforço de todo mundo. Ela destacou que “Mensurar nossas emissões foi fundamental para enxergarmos a dimensão de toda a cadeia de valor. Quando olhamos nossa complexidade, estamos falando de 46 mil corretores, mais de 13 mil prestadores e 13 mil colaboradores. Sem o engajamento de todos, a transição não acontece”. É um time e tanto, né?
A Bruna Araújo, gerente de Finanças Sustentáveis da WayCarbon, trouxe à tona os perrengues que as seguradoras enfrentam ao adotar a metodologia PCAF. Ela explicou que, apesar do avanço do setor, ainda existe uma certa cautela, já que a metodologia é novinha em folha e está sendo desenvolvida e aplicada ao mesmo tempo. Já o Butch Bacani, Líder Global de Seguros da UNEP-FI, foi direto ao ponto: até 2030, é fundamental que todas as seguradoras tomem atitudes concretas para contabilizar e reduzir suas emissões, contribuindo para uma transição climática que seja justa e inclusiva. Ou seja, o relógio está correndo!
O segundo painel expandiu a conversa, focando no papel do mercado financeiro na adaptação climática. A ideia era mostrar como instituições financeiras e seguradoras podem ser pilares na construção de uma economia mais resistente. A Denise Hills, membro do comitê de Sustentabilidade da Porto, mediou esse debate, que enfatizou a necessidade de usar dados climáticos nas decisões e de criar ferramentas que facilitem o acesso à proteção, incentivando práticas sustentáveis em toda a economia. A discussão reforçou uma ideia crucial: um mundo onde só uma parte da população consegue se reerguer de uma catástrofe não é justo.
Participaram desse papo a Patricia Chacon, COO da Porto Seguro; a Luciana Nicola, diretora de Sustentabilidade do Itaú; e a Inamara Santos Mélo, diretora do Departamento de Políticas para Adaptação e Resiliência à Mudança do Clima. A Patricia Chacon, em sua fala, detalhou a estratégia da Porto no setor de seguros e valorizou a inclusão securitária. Ela ainda destacou que o mercado segurador tem uma base de dados que é um tesouro para apoiar políticas de adaptação: “Ao longo de 80 anos de atuação, acumulamos informações valiosas sobre onde estão os maiores potenciais de risco e onde um próximo evento pode ocorrer. Nosso papel é colocar esse conhecimento à disposição, para que possamos não apenas mitigar e reconstruir, mas reconstruir melhor”.
Como a principal “empoderadora” da Casa do Seguro, a Porto reafirmou seu compromisso em liderar essas discussões técnicas, compartilhar conhecimento e impulsionar iniciativas que promovam uma transição mais justa, sustentável e resiliente para todos. Se você ficou curioso para assistir aos painéis completos que rolaram na Casa do Seguro, saiba que eles estão disponíveis para serem vistos!
Fonte: Revista Cobertura
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